{"id":2074,"date":"2016-02-23T10:09:48","date_gmt":"2016-02-23T12:09:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/?p=2074"},"modified":"2016-02-23T10:09:48","modified_gmt":"2016-02-23T12:09:48","slug":"periodos-da-historia-da-igreja-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/?p=2074","title":{"rendered":"Per\u00edodos da Hist\u00f3ria da Igreja"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de toda confus\u00e3o e dificuldade quanto aos detalhes dos per\u00edodos da hist\u00f3ria do cristianismo, os historiadores concordam entre si que estes podem ser divididos em tr\u00eas partes principais: Antiga, medieval e moderna. Ainda que n\u00e3o haja acordos sobre quando termina uma era e come\u00e7a a outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na realidade os per\u00edodos da hist\u00f3ria n\u00e3o s\u00e3o estanques, como se em 311 terminasse um per\u00edodo e come\u00e7asse outro; os acontecimentos e eras se interp\u00f5em e uma era entra na outra imperceptivelmente.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong> Hist\u00f3ria da igreja, do nascimento de Cristo at\u00e9 Greg\u00f3rio, o Grande, que vai do ano 1 ao ano 590 d.C.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta \u00e9 a era da igreja Greco-latina ou a era da patr\u00edstica, dos pais crist\u00e3os. Seu territ\u00f3rio cobre os pa\u00edses que beiram o Mediterr\u00e2neo \u2013 Oriente M\u00e9dio, norte da \u00c1frica e Europa Oriental &#8211; simplesmente uma \u00e1rea do imp\u00e9rio romano e do dom\u00ednio pag\u00e3o. Nesta era foi lan\u00e7ado o fundamento, a doutrina, governo e adora\u00e7\u00e3o que se perpetuaria por toda a hist\u00f3ria. \u00c9 a era de onde surgiram as v\u00e1rias confiss\u00f5es de f\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A vida de Cristo e a vida da igreja apost\u00f3lica s\u00e3o, de longe, a parte mais importante e requerem um tratamento em separado. Eles formam o terreno divino-humano da igreja, e inspiram, regulam e corrigem todos os demais per\u00edodos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, o come\u00e7o do quarto s\u00e9culo com a ascens\u00e3o de Constantino, o primeiro imperador crist\u00e3o marca um per\u00edodo decisivo. \u00c9 o cristianismo erguendo-se da acusa\u00e7\u00e3o de ser uma seita at\u00e9 se tornar a religi\u00e3o prevalecente do imp\u00e9rio Greco-romano. Na hist\u00f3ria das doutrinas, o primeiro conc\u00edlio ecum\u00eanico de Nic\u00e9ia que aconteceu no meio do reinado de Constantino, no ano 325 d. C., \u00e9 o ponto alto da \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentro desse per\u00edodo existem outros tr\u00eas per\u00edodos da era patr\u00edstica, que podemos designar como o per\u00edodo dos ap\u00f3stolos, o per\u00edodo dos m\u00e1rtires e o per\u00edodo dos imperadores crist\u00e3os e dos patriarcas.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"1517\">\n<li><strong> Cristianismo medieval, de Greg\u00f3rio I \u00e0 \u00e9poca da Reforma, per\u00edodo que vai de 590 a 1517. <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Geralmente a idade m\u00e9dia \u00e9 reconhecida como o per\u00edodo que vai de Constantino (306 ou 311); da queda do imp\u00e9rio romano no Oriente, no ano 476; de Greg\u00f3rio, o Grande, no ano 590, passando por Carlos Magno, ano 800. No entanto, este per\u00edodo, para alguns vai at\u00e9 a \u00e9poca da Reforma em 1517. Greg\u00f3rio, o Grande parece ser o ponto do cl\u00edmax dessa divis\u00e3o. Com Greg\u00f3rio, o Grande, o autor das miss\u00f5es anglo-sax\u00f4nicas encerra-se o per\u00edodo dos pais da igreja, e o come\u00e7o da era dos papas. Neste tempo ocorre a convers\u00e3o das tribos b\u00e1rbaras e, ao mesmo tempo o desenvolvimento do papado absoluto com a aliena\u00e7\u00e3o ou divis\u00e3o das igrejas do Oriente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00ea-se aqui o car\u00e1ter distinto da idade m\u00e9dia: A transi\u00e7\u00e3o da igreja a partir da \u00c1sia e \u00c1frica para a Europa central e Oriental; deixando de ser uma igreja Greco-romana para se tornar mais abrangente entre os germ\u00e2nicos, os celtas e ra\u00e7as eslov\u00eanias; e assimilou a nova cultura da civiliza\u00e7\u00e3o moderna deixando para tr\u00e1s a cultura ancestral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste per\u00edodo, o grande trabalho da igreja foi a convers\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o dos pag\u00e3os b\u00e1rbaros, que conquistaram e puseram por terra o imp\u00e9rio romano, mas que tamb\u00e9m foram conquistados e transformados pelo cristianismo. Essa tarefa foi realizada principalmente pela igreja latina, sob um governo constitucional firme que culminou com a elei\u00e7\u00e3o do bispo de Roma. A igreja grega, ainda que conquistasse as tribos esl\u00e1vicas da Europa Oriental, especialmente durante o imp\u00e9rio russo, mesmo com um bom crescimento, sofreu press\u00f5es e foi reduzida pelo islamismo na \u00c1sia e na \u00c1frica que foram ber\u00e7os do cristianismo (norte da \u00c1frica) e Constantinopla (atual Istambul na Turquia). Na Idade Media o desenvolvimento da hierarquia da igreja romana se tornou a igreja dos Papas, diferentemente da primitiva igreja de nossos pais e a igreja moderna dos reformadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No crescimento e queda da hierarquia romana tr\u00eas papas se destacaram como representantes de v\u00e1rias \u00e9pocas: Greg\u00f3rio I ou Greg\u00f3rio o Grande (590 d. C.), que marca o surgimento da supremacia papal. Greg\u00f3rio VII ou Hildebrando (1049 d. C.) \u00e9 o apogeu. Bonif\u00e1cio VIII (1294) marca o decl\u00ednio. Temos assim tr\u00eas per\u00edodos da igreja da era medieval. Poderiam ser chamados pela ordem de per\u00edodo mission\u00e1rio, per\u00edodo papal e per\u00edodo pr\u00e9 ou ante-reformat\u00f3rio do catolicismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>III. Cristianismo moderno, da Reforma do s\u00e9culo XVI at\u00e9 hoje (1517-1880).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria moderna se move principalmente entre as na\u00e7\u00f5es da Europa e, a partir do s\u00e9culo XVII se espalha pela America do Norte. O cristianismo Ocidental se divide agora em duas partes: Uma parte do cristianismo permaneceu no sistema antigo; a outra buscou um novo caminho, enquanto a igreja oriental se afastava cada vez mais do palco da hist\u00f3ria e parecia imperturb\u00e1vel, com exce\u00e7\u00e3o da R\u00fassia moderna e da Gr\u00e9cia. A hist\u00f3ria da igreja moderna na \u00e9poca do protestantismo conflita com o romanismo, porque oferece liberdade e independ\u00eancia e se liberta da autoridade e tutela romana oferecendo um cristianismo mais pessoal em contraste com o sistema religioso de Roma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novamente aqui surgem tr\u00eas novos per\u00edodos que tomam o nome de Reforma, Revolu\u00e7\u00e3o e Avivamento. O s\u00e9culo XVI ao lado da era apost\u00f3lica tornou-se o per\u00edodo mais frut\u00edfero da hist\u00f3ria da igreja, por ser o s\u00e9culo da renova\u00e7\u00e3o da Igreja e da contra-reforma papal. \u00c9 o ber\u00e7o de todas as denomina\u00e7\u00f5es e seitas protestantes e tamb\u00e9m do moderno romanismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O s\u00e9culo XVII \u00e9 o per\u00edodo da ortodoxia escol\u00e1stica, do confessionalismo pol\u00eamico e da estagna\u00e7\u00e3o comparativa. O movimento reformat\u00f3rio cessa no continente, mas move-se poderosamente atrav\u00e9s do puritanismo na Inglaterra e se estende at\u00e9 mesmo nas florestas das col\u00f4nias americanas. O s\u00e9culo XVII se tornou o mais frut\u00edfero da hist\u00f3ria da Inglaterra dando espa\u00e7o para o surgimento das denomina\u00e7\u00f5es dissidentes que foram levadas para a Am\u00e9rica do Norte e que cresceram mais que as igrejas hist\u00f3ricas. Ent\u00e3o, no s\u00e9culo dezoito surgiram os movimentos pietistas e o avivamento metodista cuja pr\u00e1tica entrava em conflito com a ortodoxia morta e o formalismo religioso da \u00e9poca. Enquanto isso, na igreja romana prevaleceu o movimento dos jesu\u00edtas que enfrentaram oposi\u00e7\u00e3o do Jansenismo e do galicanismo. <a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na segunda metade do s\u00e9culo dezoito tem in\u00edcio uma virada das ideias tradicionais que revolucionou o Estado trazendo infidelidade na igreja, especialmente na igreja cat\u00f3lica da Fran\u00e7a e no protestantismo alem\u00e3o. O deismo na Inglaterra, ate\u00edsmo na Fran\u00e7a, racionalismo na Alemanha, representam os v\u00e1rios graus da apostasia da era moderna que se distanciou do credo ortodoxo. O s\u00e9culo dezenove apresenta, em parte, um desenvolvimento ainda maior dessas ideias e tend\u00eancias destrutivas e negativas, mas com ela veio tamb\u00e9m o avivamento da f\u00e9 e da vida crist\u00e3, e o come\u00e7o de uma nova cria\u00e7\u00e3o pela prega\u00e7\u00e3o do evangelho. \u00a0O avivamento pode ser datado a partir do terceiro centen\u00e1rio da Reforma em 1817. \u00a0Neste mesmo tempo, na Am\u00e9rica do Norte, ingleses e protestantes serviram de abrigo para todas as na\u00e7\u00f5es, igrejas e seitas do velho mundo com uma pac\u00edfica separa\u00e7\u00e3o do poder temporal e do espiritual que veio sobre a igreja como um gigante cheio de vigor e promessas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos, assim a soma de nove per\u00edodos da hist\u00f3ria da igreja como se v\u00ea a seguir:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Primeiro per\u00edodo: <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A vinda de Cristo e o surgimento da igreja apost\u00f3lica. Este per\u00edodo come\u00e7a com o nascimento de Cristo, a encarna\u00e7\u00e3o at\u00e9 a morte de S\u00e3o Jo\u00e3o (1-100 d.C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Cristianismo sob intensa persegui\u00e7\u00e3o pelo imp\u00e9rio romano. Este per\u00edodo vai da morte de S\u00e3o Jo\u00e3o a Constantino, o primeiro imperador crist\u00e3o (100-311 d. C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Terceiro per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0O cristianismo em uni\u00e3o com o imp\u00e9rio Greco-romano e no meio das tormentas do fluxo migrat\u00f3rio das na\u00e7\u00f5es. Este per\u00edodo vai de Constantino o Grande at\u00e9 o Papa Greg\u00f3rio I (311-590 d.C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quarto per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0O cristianismo \u00e9 implantado entre os teut\u00f5es, entre os celtas e na\u00e7\u00f5es eslovacas. Vai de Greg\u00f3rio I a Hildebrando ou Greg\u00f3rio VII (590-1049 d. C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quinto per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hierarquia papal domina a igreja ao lado da teologia escol\u00e1stica. Este per\u00edodo vai de Greg\u00f3rio VII a Bonif\u00e1cio VIII (1049-1294 d. C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sexto per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O decl\u00ednio do catolicismo medieval e a prepara\u00e7\u00e3o para os movimentos da Reforma. Vai de Bonif\u00e1cio VIII a Lutero (1294-1517 d. C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e9timo per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Reforma evang\u00e9lica e a contra rea\u00e7\u00e3o da igreja de Roma. Vai de Lutero ao tratado de Westf\u00e1lia (1517-1648 d. C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Oitavo per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta foi a era do polemismo da ortodoxia e do confessionalismo exclusivo que veio acompanhado dos movimentos diversos. Do tratado de Wesf\u00e1lia at\u00e9 a revolu\u00e7\u00e3o francesa (1648-1790 d. C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nono per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aumento da infidelidade e os reavivamentos na Europa e na Am\u00e9rica com esfor\u00e7os mission\u00e1rios que cobriram todo o mundo. Vai da revolu\u00e7\u00e3o francesa at\u00e9 o presente (1790-1880). Nota: O livro de Philip Schaff foi conclu\u00eddo em 1880!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, o cristianismo atravessou v\u00e1rias etapas de sua vida terreal e a duras penas cresceu na maturidade em Cristo Jesus. Durante os s\u00e9culos a igreja sobreviveu a destrui\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m, a dissolu\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio romano, as persegui\u00e7\u00f5es que vinham de fora e as que vinham de dentro; as invas\u00f5es dos b\u00e1rbaros, as confus\u00f5es de eras das trevas, a tirania papal, a infidelidade, a selvageria das revolu\u00e7\u00f5es, os ataques dos inimigos e os erros de seus l\u00edderes; o surgimento e queda de orgulhos reinos, imp\u00e9rios, das rep\u00fablicas, dos sistemas filos\u00f3ficos e das organiza\u00e7\u00f5es sociais sem fim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, pasmem! A igreja ainda vive com mais for\u00e7a que antes; com alcance maior ainda. A igreja est\u00e1 por tr\u00e1s do progresso das civiliza\u00e7\u00f5es e dos destinos da humanidade. Ela marcha sobre as ru\u00ednas da sabedoria humana seguindo sempre em frente. Espalha silenciosamente as b\u00ean\u00e7\u00e3os celestiais de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, de pa\u00eds em pa\u00eds at\u00e9 os confins da terra. A igreja nunca morrer\u00e1. Nunca ser\u00e1 decr\u00e9pita, como s\u00e3o os homens, mas, semelhante ao seu divino fundador viver\u00e1 no frescor da renova\u00e7\u00e3o de sua juventude e como um homem musculoso ser\u00e1 inquebrant\u00e1vel sobrevivendo atrav\u00e9s dos tempos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Denomina\u00e7\u00f5es e seitas, doutrinas e formas humanas, governos e sistemas de cultos, depois de alcan\u00e7arem seu prop\u00f3sito desaparecer\u00e3o como a carne envelhecida, mas a Igreja Universal de Cristo em sua vida e subst\u00e2ncia divinal \u00e9 muito forte para ser vencida pelas for\u00e7as do inferno. Apenas mudar\u00e1 suas vestimentas terreais pelas vestes celestiais levantando-se da extrema humilha\u00e7\u00e3o para a exalta\u00e7\u00e3o e gl\u00f3ria. Ent\u00e3o, na vinda de Cristo ela ceifar\u00e1 a colheita final da hist\u00f3ria, e, como igreja triunfante celebrar\u00e1 no c\u00e9u seu descanso de santidade e paz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">(Extra\u00eddo de Church History, by Philip Schaff, Vol. 1 \u2013 Introdu\u00e7\u00e3o geral).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> (Nota do Tradutor: O\u00a0jansenismo\u00a0foi uma doutrina religiosa inspirada nas ideias de um\u00a0bispo de Ypres,\u00a0Cornelius Jansen. Como movimento teve car\u00e1ter\u00a0dogm\u00e1tico,\u00a0moral\u00a0e disciplinar, que assumiu tamb\u00e9m contornos\u00a0pol\u00edticos, e se desenvolveu principalmente na\u00a0Fran\u00e7a\u00a0e na\u00a0B\u00e9lgica, nos s\u00e9culos XVII\u00a0e\u00a0XVIII, no seio da\u00a0Igreja Cat\u00f3lica,\u00a0e cujas teorias acabaram por ser consideradas\u00a0her\u00e9ticas\u00a0pela mesma, desde 16 de Outubro 1656, atrav\u00e9s da bula\u00a0Ad Sacram subscrita pelo\u00a0Papa Alexandre VII. Defendia uma interpreta\u00e7\u00e3o das teorias de\u00a0Santo Agostinho\u00a0sobre a\u00a0predestina\u00e7\u00e3o\u00a0contra as teses tomistas do\u00a0racionalismo aristot\u00e9lico e do\u00a0livre arb\u00edtrio. (J\u00e1 o galicanismo foi um movimento que se originou na Fran\u00e7a e defendia uma administra\u00e7\u00e3o da igreja de cada na\u00e7\u00e3o independente do controle papal- fonte Wikipedia).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">fonte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">https:\/\/querigmavirtual.blogspot.com.br\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de toda confus\u00e3o e dificuldade quanto aos detalhes dos per\u00edodos da hist\u00f3ria do cristianismo, os historiadores concordam entre si que estes podem ser divididos em tr\u00eas partes principais: Antiga,&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2075,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[62],"class_list":["post-2074","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-joao-a-de-souza-filho","tag-historia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2074","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2074"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2074\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2075"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2074"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2074"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.levandoapalavra.com\/123\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2074"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}