Category Archives: João A. de Souza Filho

Por que morrem os avivamentos

Avivamentos espirituais vêm ocorrendo ao longo da existência da igreja nesses dois mil anos, desde o primeiro e grande derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes sobre os 120 discípulos que oravam no cenáculo, até a mais recente reunião de oração realizada em alguma igreja ontem, em alguma parte do Brasil e do mundo.

A destruição de Jerusalém no ano 70 de nossa era

Depois de exaustivas horas terminei de ler o relato do historiador Flávio Josefo sobre o cerco a Jerusalém comandado por Tito, filho de Vespasiano. Vários são os livros de Josefo para relatar tão terrível episódio. Josefo é extremamente detalhista, e descreve muito bem como era a cidade de Jerusalém, o templo, seus palácios e como era a formação do exército romano.

Por que Jerusalém foi destruída e seu templo queimado?

Jerusalém: A eterna capital de Israel

Apesar das escrituras mencionarem Jerusalém em textos anteriores ao reinado de Davi, seu nome não era Jerusalém, mas Jebusalém. O nome Jerusalém ficou unificado nas Escrituras a partir da tradução do hebraico para o grego, a chamada Septuaginta.

Vejamos um pouco da história:

Mensagem de Donald Gee

Em 1929 Donald Gee, famoso teólogo e líder da igreja na Inglaterra advertiu os líderes das Assembleias de Deus de que eles enfrentariam, três tentações que poriam em risco o jovem movimento pentecostal. Sua fala se deu na conferência bienal do Concílio das Assembleias de Deus na cidade de Whichita, Kansas. Donald Gee alertou que os que são cheios do Espírito Santo “são alvos diretos do diabo” e apresentou três áreas prioritárias em que Satanás tentaria os crentes pentecostais, as igrejas e os movimentos, conforme a tentação de Jesus relatada em Mateus 4.1-11.

Uma igreja governada por crianças e mulheres

A igreja brasileira está em crise. Excetuando-se aqui e ali um grupo denominacional ou outro a igreja se parece com a narrativa de Isaías 3: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa de seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is 3.12).

O neopentecostalismo e a farsa evangélica

A água ungida (adquirida na torneira), o santo óleo de Israel – comprado no mercado da esquina – a vassoura ungida, a caneta da prosperidade e o sabão ungido são algumas das muitas mentiras dos neopentecostais!

Este artigo é longo, mas precisa ser lido como forma de reflexão da vida da igreja. A dinâmica da vida e a influência das redes sociais tiraram das pessoas a capacidade de refletir e de ler textos longos. O Twitter nos impôs frases com 140 caracteres. O Facebook lhe permite ler umas poucas frases e até as pregações dos pastores se resumem hoje a mero vinte minutos de exposição bíblica – quando as há.

Sermão da Sexagésima do Padre Antônio Vieira

Apresentação:

Este sermão foi pregado na capela real no ano de 1655 logo de seu regresso do Estado do Maranhão. Este grande orador reverbera em seu sermão os desvarios da linguagem dos pregadores de seu tempo e serve de comparação ao estilo fluente e moderno dos dias atuais. O sermão é uma das peças mais vívidas da eloqüência de Vieira e nele pode se ver os traços evidentes da teoria da oratória que na antiguidade resplendia na pregação evangélica.

Profetas e montanistas

Dois grandes movimentos se destacam entre aqueles que se desviaram do curso do cristianismo no segundo século: O gnosticismo e o montanismo. Os gnósticos se concentraram exageradamente na parte intelectual do cristianismo, enquanto os montanistas exageradamente na parte inspiracional da fé. Não trataremos aqui do movimento dos gnósticos, que será visto à parte, e nos deteremos na significância do montanismo.

Marcião, suas heresias e a finalização do cânone sagrado

Lá pelo ano 140 d.C. a igreja em Roma recebeu a visita de um homem chamado Marcião, natural da Ásia Menor que por este tempo se engajara em controvérsias doutrinárias com alguns dos líderes de sua região. Expôs seus pensamentos aos presbíteros de Roma, e quando o que ele expôs se tornou inaceitável aos presbíteros, ele se afastou da comunhão com eles e começou sua própria igreja.

Cartas de Herodes a Pilatos e de Pilatos a Herodes

Documentos que ligam a história romana com a morte de Cristo em Jerusalém.
Introdução:
(Estas cartas aparecem nos manuscritos siríacos do sexto e sétimos séculos e estão atualmente no Museu Britânico. O Dr. Tischendorf declara em seu Apocalypses Apocryphae que ele tem uma cópia dessas cartas em grego de um manuscrito de Paris, do qual afirma: “scriptura satis differt, nom item argumentum.”

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