O reavivamento de que precisamos

O reavivamento de que precisamos

O Reavivamento de que Precisamos”, é o argumento mais poderoso que já li sobre o reavivamento. Seu autor foi verdadeiramente guiado pelo Espírito de Deus para escrevê-lo. Quanto à ênfase que ele dá à necessi­dade de um reavivamento vindo do Espírito Santo, posso dar o mais sincero amem. leia mais »

Pecadores Nas Mãos De Um Deus Muito Irado

Pecadores Nas Mãos De Um Deus Muito Irado

Dt. 32:35 - Neste versículo lemos sobre a eminência da suprema vingança de Deus sobre os Israelitas, que na altura seriam o verdadeiro povo de Deus e que viviam sob uma graça desmesurada, mas que mesmo assim Deus deles afirmava “Porque são gente falta de conselhos, e neles não há entendimento”. leia mais »

Cartas de Cristo – Manifestando Sua Glória

Cartas de Cristo – Manifestando Sua Glória

Neste capítulo, encontramos o auge das coisas profundas de Deus em Espírito. Acredito que Deus nos revelará tais verdades à medida que nosso coração se abrir e for re­ceptivo às direções do Espírito. leia mais »

 

A DIFERENÇA ENTRE IGREJA E REINO

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A ORAÇÃO QUE JESUS ENSINOU:

Jesus nos ensinou a orar de maneira tão simples em Mateus 6.9-13. É uma oração completa e pode ser dividida assim:

Períodos da História da Igreja

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Apesar de toda confusão e dificuldade quanto aos detalhes dos períodos da história do cristianismo, os historiadores concordam entre si que estes podem ser divididos em três partes principais: Antiga, medieval e moderna. Ainda que não haja acordos sobre quando termina uma era e começa a outra.

Pluralidade da Fé

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Sempre me perguntei o que queria Jesus dizer ao afirmar: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc 18.8). Hoje quando reflito sobre a igreja, seu testemunho no mundo e sua mensagem, não tenho dúvidas de que Jesus estava apontando para nossos dias.

As 95 Teses de Martinho Lutero

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Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante, e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.

O que representavam as 10 pragas do Egito?

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O que representavam as 10 pragas do Egito e quais são os deuses que estão relacionados com elas?

Um trecho que, sem dúvida, chama muito a atenção dos cristãos ou mesmo não cristãos, é a passagem sobre as 10 Pragas que o Senhor lançou sobre o Egito.

Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito ) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados por sua crueldade e grosseira idolatria.

A conflagração romana e a perseguição sob o império de Nero.

feras no coliseu de roma

A conflagração romana e a perseguição sob o império de Nero.

A grande tribulação (Mt 24.21).

“Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto” (Ap 17.6).

Paulo e Pedro pregaram em Roma, e suas pregações deram grande impulso ao crescimento do cristianismo.

O martírio que sofreram, no final, trouxe resultados para na igreja, pois cimentou a união entre judeus e gentios convertidos, e consagrou para Deus o solo da metrópole pagã. Jerusalém crucificara o Senhor, e Roma decapitava e crucificava os chefes apostólicos mergulhando a igreja de Roma num batismo de sangue.

João, evangelista

John

A missão de João

Pedro, apóstolo da autoridade aos judeus, e Paulo, apóstolo da liberdade aos gentios haviam completado sua obra na terra antes da destruição de Jerusalém – tarefa cumprida para aqueles dias e para os dias vindouros, cujos escritos permanecem e que jamais serão superados. Ambos eram mestres construtores. Pedro lançou os fundamentos; Paulo ergueu a estrutura da igreja de Cristo levantando-a contra os portais do inferno. Mas havia muito trabalho adicional a ser realizado, um trabalho de unidade e de consolidação. Esta missão foi deixada para o apóstolo do amor, amigo do peito de Jesus que se tornou o reflexo perfeito de Cristo até onde um ser humano pode ser, em santidade e pureza.

A DIFERENÇA ENTRE IGREJA E REINO

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A ORAÇÃO QUE JESUS ENSINOU:

Jesus nos ensinou a orar de maneira tão simples em Mateus 6.9-13. É uma oração completa e pode ser dividida assim:
1. Exaltando a santidade de Deus.
2. Exaltando e suplicando a chegada do governo de Deus.
3. Suplicando pelo alimento diário.
4. Suplicando para a solução dos relacionamentos interpessoais.
5. Suplicando para que Deus nos guarde dos perigos do Maligno.
6. Conclui: “Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre, amém!”.

Períodos da História da Igreja

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Apesar de toda confusão e dificuldade quanto aos detalhes dos períodos da história do cristianismo, os historiadores concordam entre si que estes podem ser divididos em três partes principais: Antiga, medieval e moderna. Ainda que não haja acordos sobre quando termina uma era e começa a outra.

Por Que Tarda O Avivamento?

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Harnack definiu o cristianismo como “algo muito simples e muito sublime: viver no tempo e na eternidade sob o olhar de Deus, e com a ajuda dele”.

Ah, se os crentes pudessem estar cônscios da eternidade! Ah, se pudéssemos viver cada momento sob o olhar de Deus, se pudéssemos viver tendo sempre em mente o juízo final, e vender tudo que vendemos tendo em mente o juízo final, e fazer todas as nossas orações, dar o dízimo de tudo que possuímos, tendo em mente o juízo final; e se nós pregadores preparássemos nossas mensagens com um olho voltado para a humanidade perdida e outro para o trono do juízo final, então experimentaríamos um avivamento operado pelo Espírito Santo que abalaria esta terra, e que em pouco tempo salvaria milhões e milhões de vidas preciosas.