Os deveres do esposo (Parte 1)

Exposição sobre Efésios 5.25-33

Nas considerações feitas sobre esta exposição, vimos que há dois temas principais. Um é o tema sobre o relacionamento entre o Senhor Jesus Cristo e a Igreja, e o outro é sobre o relacionamento entre o marido e a esposa. O ensino do apóstolo é que só poderemos compreender verdadeiramente a relação de marido e mulher quando compreendermos a grandiosa doutrina de Cristo e a Igreja.

Por isso estivemos considerando primeiro a doutrina de Cristo e a Igreja, e, tendo feito isso, agora estamos em condições de começar a aplicação disso, particularmente ao marido, embora, como veem, o apóstolo tenha o cuidado de, no fim (versículo 33), considerá-la também segundo o aspecto e o ponto de vista da esposa. A aplicação da doutrina é introduzida pelas expressões “assim” e “como”. “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também” – e depois, no fim, “Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo”. Noutras palavras, ele está desenvolvendo a comparação que nos desvendara, da relação de Cristo com a Igreja em termos da relação do marido com a esposa.

Como chegamos, pois, à aplicação, parece-me que a melhor maneira de tratá-la é dividi-la em duas partes. A primeira é a porção na qual são ensinados certos princípios concernentes aos maridos e suas mulheres. Depois, tendo firmado os princípios gerais, podemos marchar para a segunda, que consiste da aplicação prática detalhada dos princípios à situação concreta.

Os princípios gerais, como os vejo, são os seguintes: primeiro, devemos dar-nos conta, quanto ao casamento, como na verdade com tudo mais na vida cristã, de que o segredo do sucesso está em pensar e entender. Isso certamente está evidente na superfície da passagem. Nada acontece automaticamente na vida cristã. Esse é um princípio deveras profundo, pois acredito que, na maioria, os nossos problemas surgem do fato de que tendemos a pressupor que eles acontecem automaticamente. Insistimos em agarrar-nos a uma ideia semi-mágica da regeneração que ensina que, em vista do que aconteceu conosco, o restante da estória é simplesmente este: “E viveram felizes para sempre”. É claro, no entanto, que sabemos que isso não é verdade. Há problemas na vida cristã; e uma vez que tanta gente não entende que isso não é uma coisa que se dá automaticamente, metem-se em problemas e dificuldades. Obviamente, o antídoto contra isso é pensar, é ter compreensão, é raciocinar exaustivamente sobre a questão. O mundo não faz isso. Em última análise, o problema que há com o mundo, segundo o ensino da Bíblia, é que ele não pensa. Se as pessoas tão somente pensassem, muitos dos seus problemas seriam resolvidos.

Tomem o problema da guerra, por exemplo. A guerra é uma coisa inerentemente ridícula; é insana. Então, por que guerreiam? A resposta é: porque não pensam. Agem instintivamente, deixam-se governar por instintos primitivos, como a cobiça, a avareza, a ira etc., e atacam antes de pensar. Se tão somente parassem para pensar, não haveria mais guerra. A falácia do humanista é, por certo, que ele crê que tudo quanto resta fazer é dizer aos homens que pensem. Mas, desde que são pecadores, não pensarão. Estas forças elementais são tão mais fortes que as forças racionais, que “o homem em pecado” é sempre irracional.

Havendo-nos tornado cristãos, continuamos precisando observar este mesmo princípio. Mesmo o cristão não pensa automaticamente; ele precisa ser ensinado a pensar – daí estas epístolas do Novo Testamento. Por que foram escritas? Se o homem, ao tornar-se cristão, pensa automaticamente a coisa certa, por que o apóstolo escreveu estas epístolas? Ou, se você pode receber a sua santificação como um ato, como uma bênção, por que estas epístolas foram escritas? Aí estão elas, repletas de arrazoados, de argumentos, de demonstrações, de analogias e comparações. Por que? Para ensinar-nos a pensar, para ensinar-nos a resolver as coisas e a obter entendimento.

Pensar é essencial, como o demonstra o apóstolo, em conexão com todo este assunto sobre o casamento. O mundo vê o casamento da seguinte maneira: principia mais ou menos tomando certas coisas importantes como líquidas e certas. Apoia-se no que denomina “amor”, apoia-se nos sentimentos. Duas pessoas dizem que “se apaixonaram” mutuamente, e, à vista disso, casam-se. Não se detêm para pensar e questionar, exceto excepcionalmente. São motivadas, animadas e levadas pela sensação de que tudo está fadado a ir bem, que com certeza a sua felicidade será duradoura e nunca poderá falhar. Tudo isso é fomentado pela literatura popular, pelos filmes exibidos nos cinemas e pela televisão em casa. Mas depois você lê os jornais e suas reportagens, e vê que falha. Por que? Eis a resposta: porque nunca pensaram bastante na questão; e, portanto, seu casamento não pode resistir às provas, pressões e tensões que inevitavelmente sobrevêm na vida do dia a dia, com a sua rotina enfadonha, o seu cansaço físico e muitas outras coisas que causam dificuldades. E desde que essas pessoas nunca pensaram no assunto suficientemente, não têm nada a que recorrer. Agiram baseados num sentimento, num impulso; agiram emocionalmente. A mente quase não entrou nisso, dando como resultado que quando se veem confrontadas por dificuldades, não têm argumentos a que recorrer. Não sabem o que fazer; parece-lhes que tudo se foi; e assim, entram em pânico e imediatamente iniciam um processo de divórcio; e muitos repetem esse modo de proceder várias vezes. A causa do problema está na ausência de compreensão, na falta de aplicação do pensamento.

Quando se considera a posição cristã, vê-se que a principal diferença é esta: o cristão é exortado a pensar e a compreender, e recebe uma base sobre a qual poderá fazê-lo. Esse é o sentido e o propósito deste ensino que nos é dado; assim, ficaremos sem desculpa se o negligenciarmos. O mundo não tem esse ensino, mas nós não nos achamos mais nessa situação. Portanto, a primeira coisa que este parágrafo nos lembra é que precisamos pensar. Até se nos diz como fazê-lo, e isso é posto diante de nós com pormenores. Esse é o primeiro princípio.

O segundo princípio é que, como cristãos, a nossa concepção do casamento deve ser positiva. O perigo está em pensarmos que o casamento entre cristãos é essencialmente idêntico ao de todos os demais, sendo a única diferença que, num caso, os nubentes são cristãos, e no outro caso não. Pois bem, se continua sendo esse o nosso conceito do casamento, então nosso estudo deste importante parágrafo foi inteiramente em vão. O casamento cristão, o conceito cristão do casamento é essencialmente diferente de todos os outros conceitos. Seguramente é isto que vai emergindo à medida que abrimos caminho através deste parágrafo.

Obtemos aqui um conceito do casamento que só é possível dentro da fé cristã; chega ele à elevada posição ocupada pela relação que há entre o Senhor Jesus Cristo e a Igreja. Assim, a atitude do cristão para com o casamento é sempre positiva, e ele há de estar sempre se esforçando em busca deste ideal. O conceito cristão não deve ser negativo no sentido de que, visto que certos novos fatores vieram a fazer parte dele, este casamento deve durar, ao passo que o casamento não cristão provavelmente não durará. Isso é puramente negativo. Não deve ser que meramente evitamos certas coisas próprias dos outros; temos que ter esta concepção ideal, positiva do casamento. É uma coisa em que devemos pensar sempre em termos da relação que há entre o Senhor Jesus Cristo e a Igreja. Devemos aprender a provar-nos a nós mesmos constantemente com as seguintes perguntas: a minha vida matrimonial corresponde de fato àquela relação? Manifesta a referida relação? Está sendo governada por ela? Noutras palavras, na posição cristã não paramos de pensar nessas coisas depois de alguns meses de casados. Continuamos pensando, e pensamos cada vez mais, e quanto mais cristãos nos tornamos e mais crescemos na graça, tanto mais pensamos no casamento, e mais interessados ficamos em que o casamento se amolde ao padrão celestial, a este glorioso ideal da relação entre o Senhor Jesus Cristo e a Igreja. Isso é algo difícil de expressar com palavras. O que estou tentando comunicar é que a grande diferença entre o casamento de cristãos e o de não cristãos há de ser que, no caso dos cristãos, o casamento se torna progressivamente mais maravilhoso, mais glorioso, à medida que se vai amoldando ao ideal e o vai alcançando cada vez mais. Certamente todos nós vemos a significação disso quando o aplicamos àquilo que é tão comum acontecer com o casamento, não somente entre os não cristãos, e sim também, lastimavelmente, entre os cristãos! A concepção cristã do casamento é uma concepção que continua a crescer, a desenvolver-se e a ampliar-se.

Meu terceiro e último princípio geral decorre da exposição toda – isto é, em última análise a verdadeira causa do fracasso no casamento é sempre o ego e suas diversas manifestações. Naturalmente, essa é a causa de problemas em toda parte e em todas as esferas. O ego e o egoísmo são as maiores forças destruidores do mundo. Todos os grandes problemas que o mundo defronta, quer vejamos a matéria do ponto de vista das nações e dos estadistas, quer do ponto de vista das condições industriais e sociais, quer de qualquer outro ponto de vista – todos estes problemas por fim retornam ao ego, a “meus direitos”, a “o que eu quero”, e a “quem é ele?” ou “quem é ela?”. O ego, com as suas horrendas manifestações, sempre leva a algum problema porque, se dois “egos” entram em oposição, estarão fadados a um conflito. O ego sempre quer tudo para si. Isso é certo quanto ao meu ego, mas é igualmente certo quanto ao seu ego. De imediato haverá dois poderes autônomos, cada qual oriundo do ego, e o conflito será inevitável. Tais conflitos ocorrem em todos os níveis, desde um casal até grandes comunidades, impérios e nações.

O ensino do apóstolo nos versículos em estudo visa mostrar-nos como evitar as calamidades resultantes do ego. Por isso caprichei para salientar o versículo 21 antes de começar a considerar a questão do casamento. Ele é a chave do parágrafo inteiro – “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus”. Esse é o princípio básico, e deve ser próprio de todos os membros da Igreja cristã. Casados ou não, todos devemos sujeitar-nos uns aos outros no temor de Deus. Depois o apóstolo prossegue e aplica o princípio ao caso particular do homem e da mulher, do marido e sua esposa, e ele o faz com tanta simplicidade e clareza que certamente ninguém poderá enganar-se. Que é essencial sobre o casamento? Diz ele que é esta unidade – esta dupla, estes dois passaram a ser uma só carne. Daí, temos que parar de pensar neles como dois; tornaram-se um. Portanto, toda e qualquer tendência de afirmar o ego, logo entra em conflito com a concepção fundamental do casamento. No casamento, diz o apóstolo, deveria ser inimaginável o surgimento de tal conflito, porquanto pensar neste dois como dois é negar o princípio básico do casamento, segundo o qual eles são um. “E serão dois numa carne.” A esposa é “o corpo” do marido, como a Igreja é o corpo de Cristo – e assim por diante. Assim, temos aqui, acima de tudo mais, a denúncia final do ego e todas as suas horríveis manifestações; e o texto nos mostra a única maneira pela qual podemos ficar definitivamente livres dele.

Esses são os três principais princípios que, no casamento, estão subjacentes à aplicação prática da doutrina da relação existente entre o Senhor Jesus Cristo e a Igreja. Ora, o marido deve ser governado por estes princípios. Como isto funciona na prática? Primeiramente, o marido deve compreender que a sua esposa é uma parte dele. Ele não se aperceberá disto instintivamente; terá que ser ensinado; e a Bíblia o ensina em todas as suas partes. Noutras palavras, o marido deve entender que ele e sua mulher não são dois: são um. O apóstolo fica repetindo isso: “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos.” “Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”; “e serão dois numa carne.” “Porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos.” Isso tudo é certo quanto à nossa relação com o Senhor, e também é certo quanto a esta outra relação.

Desejo, pois, expressá-lo deste modo – que não nos será suficiente considerar nossas esposas como companheiras. São companheiras, mas são mais que isso. Dois homens podem ser companheiros de negócio, porém a analogia não é essa. A analogia supera isso. Não é uma questão de companheirismo, embora inclua essa ideia. Há outra frase frequentemente usada – pelo menos era comum – que coloca isso muitíssimo melhor e que me parece ser uma afirmação inconsciente do ensino cristão. É a expressão empregada por homens ao se referirem a suas esposa dizendo, “minha melhor metade”. Ora, isso está exatamente correto. Ela não é uma companheira, é a outra metade do homem. “E serão dois numa carne”. “Minha melhor metade.” A própria palavra “metade” exprime toda a argumentação que o apóstolo elabora aqui. Não estamos lidando com duas unidades, duas entidades, e sim das duas metades de um ser – “E serão dois numa carne”. Portanto, à luz disso, o marido não deve pensar mais no sentido singular e individual. Isso tem de ser completamente impossível no casamento, diz o apóstolo, porque, “Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”. Em certo sentido ele não está amando uma outra pessoa; está amando a si mesmo. Essa é a diferença que o casamento faz.

Ao nível prático, portanto, o pensamento do marido deve incluir sua esposa também. Nunca deverá ele pensar em si isolada ou separadamente. No momento em que fizer isso romperá o princípio mais fundamental do casamento. Toda gente vê isso quando sucede no nível físico, porém o dano real é feito antes disso, nos níveis intelectual e espiritual. Num sentido, no momento em que um homem pensa em si isoladamente, já rompeu o casamento. Ele não tem direito de fazer isso! Há um sentido em que ele não pode fazê-lo, porque a esposa é uma parte dele. Contudo, se isso acontecer, certamente ele infligirá grave dano à sua esposa; e será um dano em que ele mesmo estará envolvido, porque ela é parte dele. Portanto, ele estará agindo contra si próprio – oxalá percebesse isso! Por conseguinte, o seu pensamento nunca deverá ser pessoal no sentido de ser individualista. Ele é somente a metade, e o que ele faz envolve necessariamente a outra metade. A mesma coisa aplica-se aos seus desejos. Jamais deverá ter ele algum desejo só para si. Ele não é mais um só ser isolado, não é mais um ser livre, nesse sentido; sua esposa está envolvida em todos os seus desejos. Compete-lhe, pois, ver que esteja sempre plenamente desperto para estas considerações. Noutras palavras, ele nunca deverá pensar em sua esposa como um acréscimo. Menos ainda – lamento ter que usar esta expressão – como um obstáculo; mas há muitos que fazem isso.

Resumindo, isto constitui um grande mandamento aos homens casados, que nunca sejam egoístas. Tampouco a mulher deve ser egoísta, é claro. Tudo se aplica ao outro lado, mas aqui estamos tratando particularmente dos maridos. Já vimos que a mulher deve sujeitar-se. Ao fazê-lo, ela age com base no mesmo princípio; agora este é o lado do marido, nesta questão. Portanto, ele sempre deve lembrar-se deliberadamente daquilo que vale para ele no estado matrimonial e que deve governar e dominar todo o seu pensar, todo o seu querer, todo o seu desejar, na verdade a totalidade da sua vida e das suas atividades.

Podemos, no entanto, ir adiante e expressar isto mais vigorosamente. O versículo 28 termina com as palavras: “Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”; mas nos lembramos de que o apóstolo, ao descrever a relação entre o Senhor e a Igreja, utilizou a analogia do corpo. “Assim”, diz ele mais, no mesmo versículo, “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos”. Depois ele o desenvolve no versículo 29: “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja”. Aí, então, está o ensino – que não somente devemos estar cientes de que o marido e a esposa são um, mas também o marido deve levar em conta que a esposa é de fato uma parte dele, segundo a analogia do corpo. A atitude de um homem para com a sua esposa, diz o apóstolo, deve ser, por assim dizer, a sua atitude para com o seu corpo. Essa é a analogia – e é mais que analogia. Já consideramos o assunto como é ensinada no fim do capítulo 2 de Gênesis. A mulher foi tirada originariamente do homem. Temos ali a prova do fato de que ela é uma parte do homem, e isso descreve a característica da unidade. Ao homem se diz, pois, isto: “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos”. Pois bem, a pequenina palavra “como” é muito importante e vital, porque facilmente poderemos entendê-la mal. Paulo não diz: “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres da mesma maneira como amam a seus próprios corpos”. O sentido não é esse. O sentido é: “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres porque elas são os seus próprios corpos”. O homem ama sua mulher como seu corpo – é isso que o apóstolo está dizendo. Não é “como” ele ama seu corpo assim deve amar sua esposa. Não! O homem deve amar sua esposa como (sendo) seu corpo, como uma parte dele. Assim como Eva era uma parte de Adão, tirada do seu lado, assim é a esposa para o homem, porque é parte dele.

Estou dando ênfase a isto pelo motivo que o apóstolo expõe claramente, a saber, para mostrar que existe este elemento de indissolubilidade quanto ao casamento, indissolubilidade que, conforme entendo o ensino bíblico, só pode ser desfeita pelo adultério. Todavia, o que nos interessa dizer agora é que o apóstolo faz esta colocação a fim de que o marido veja que não pode desligar-se da sua esposa. Você não pode desligar-se do seu corpo; assim, você não pode desligar-se da sua esposa. Ela faz parte de você, diz o apóstolo; portanto, lembre-se disso sempre. Você não pode viver isolado, não pode viver separado. Se compreender isso, não correrá o risco de pensar em separação, não correrá o risco de anelar, querer, desejar a separação. Menos ainda poderá haver algum antagonismo ou ódio. Observem como ele se expressa: “Nunca ninguém”, diz ele para ridicularizar a coisa, “nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja”. Assim, todo e qualquer elemento de ódio entre marido e mulher é pura loucura; mostra que o homem ignora totalmente o que significa o casamento. “Nunca ninguém aborreceu a sua própria carne” – mas a sua esposa é a sua própria carne, e o seu corpo; portanto, ele deve amar sua esposa como seu próprio corpo.

Fonte: D. M. Lloyd Jones, Vida no Espírito: no casamento, no lar e no trabalho. Exposição de Efésios 5:18 a 6:9. Editora PES. Págs. 165-175.

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